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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Meu livrinho exposto da Feira de Tecnologia para Pessoas com Deficiência

Foi o máximo ser chamada pela Secretaria Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência para mostrar o trabalho feito com o livrinho Simplesmente Diferente. Um trabalho super apaixonada que escrevi mostrando um pouco da minha experiência tão rica, e divertida com as pessoas com deficiência. As histórias que mais fazem sucesso são as da Corrida de Aventura e da Pipoca.Foi maravilhosa a caminhada até alcançar esse projeto prontinho assim na mão. Tive super apoio da Fundação Stickel, que fez os cds da audiodescrição, e propiciou que este livro fosse o primeiro livro infantil do Brasil com esta tecnologia. Além do apoio para que esta exposição acontecesse.
O ponto alto da feira,  foi quando o governador do Estado Alberto Goldman, ao assinar a criação do Programa de Acessibilidade Comunicacional, para que o Estado compre e edite livros em formato acessível para pessoas com deficiência visual, recebeu das mãos da Secretária Estadua dos Direitos das Pessoas com Deficiencia, Linamara Battistela, o livrinho, como exemplo de acessibilidade condizente com o programa.
Foi o máximo, ainda mais a hora que ele sorriu, com cara de quem gostou...
As fotos são do meu marido Maravilhoso que foi pra lá filmar tudo.


sábado, 4 de setembro de 2010

Evgen Bavcar

Fui com a Roseli, minha amiga que faz mestrado em Artes, e cuja tese é sobre a arte para a pessoa com deficiencia visual apreciar a exposição de Evgen Bavcar.
Foi interessante, porque ele é deficiente visual, e fotografa. Ele diz que fotografa com a sua imaginação.
Infelizmente, fui atrás de uma coisa que não encontrei. Nas informações sobre a exposição dizia que era acessível para deficientes visuais. Mas a Ro me disse que as fotos não eram compreensíveis para ela, então fiquei bem frustrda neste aspecto.
Continuo buscando uma forma das fotografias serem acessíveis para deficientes visuais nas exposições da Fundação.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Aula de fotografia

Hoje foi a segunda Aula do Arnaldo Pappalardo na Brasilandia, um programa da Fundação Stickel, em parceria com o fotógrafo e com a Nilon. Foi um dia super especial, porque a Tati Nolla começou a trabalhar conosco e fez uma oficina super bacana de Pin hole que é aquela foto que se tira com uma latinha.
Foi uma oficina super mágica, especialmente porque mostra a perfeição das coisas mais simples. E que o processo da fotografia é realmente algo muito interessante e cheio de poesia.
A revelação foi feita em um laboratório doado pelo meu amigo Jefferson Costa, que acabamos de instalar...

sábado, 21 de agosto de 2010

Panificação com Estilo

Há dois meses iniciamos pela Fundação Stickel,  um processo com um grupo de mulheres, chefes de familia, desempregadas na Vila Brasilandia. O Programa chamado de Mulheres de talento, visa incentivar e capacitar mulheres acima dos 35 anos, moradoras da Brasilandia, a terem seus próprios negócios.

Nosso objetivo, utilizar a metodologia da FGV de Incubação de Negócios Populares, e um acompanhamento bem próximo da nossa equipe, para gestão.
Na hora de aprender o ofício, conseguimos uma parceria com o Grupo Espírita Batuíra, que já faz um trabalho lindo na Brasilandia, e eles em parceria com o SENAI, disponibilizaram um curso de panificação de dois meses e meio para o grupo.
Tenho certeza que esta será uma cooperativa de panificação muito especial…
E agora ainda escolheram um lindo nome…
DOCES TALENTOS…



A cara delas…

Transition Towns



O movimento das Cidades em Transição, ou Transition Towns, foi criado pelo inglês Rob Hopkins com o objetivo de transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais integradas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas.

Hoje o movimento se faz presente em 14 países do mundo. Já são mais de 8.000 Iniciativas de Transição (em cidades, bairros e até ilhas) e 110 cidades oficiais preparando-se para a Transição.

Aqui no Brasil o movimento foi iniciado pelos Arquitetos Marcelo Todescan e Frank Siciliano e por mim. Fomos há dois anos fazer o curso na Inglaterra e iniciamos os processos por aqui.

Serra foi a primeira cidade oficialmente incluida no rol das Cidades de Transição Brasileiras, e agora existem várias iniciativas sendo estabelecidas.

Há um mês iniciei por aqui, pela Fundação Stickel, uma iniciativa articulando a Brasilandia, na Zona Norte.

Ontem fizemos a primeira reunião formal na Comunidade da Brasilandia… Tem tudo para dar muito certo.

 
As Iniciativas de Transição criam um processo promissor que engaja pessoas, comunidades, instituições e cidades para, juntos, pensarem e implementarem as ações necessárias de curto e longo prazo para enfrentar duas questões emergentes que já começam a se fazer sentir: as Mudanças Climáticas e o Pico do Petróleo.

Através de processos participativos, os alunos irão:

1-Conhecer o contexto das Cidades em Transição e as possibilidades de transformação que emergem com as Mudanças Climáticas e o Pico do Petróleo;

2-Aprender como adaptar os doze passos iniciais do movimento à realidade e capacidade da sua cidade;

3-Saber como utilizar processos de visualização coletiva e tecnologias sociais para o desenho de um futuro de maior resiliência* na sua cidade, bairro ou município de origem;

4-Explorar a relação entre transição interior e exterior;

5-Aprender a organizar encontros efetivos, como palestras públicas, open space e grupos temáticos de trabalho de acordo com o estágio de mobilização do seu grupo e local;

6-Conhecer os pontos mais importantes para uma palestra inspirada sobre Cidades em Transição;

7-Explorar os elementos do desenho de um plano de mudança para desenvolver a capacidade de resistir a choques externos (resiliência), como a escassez de petróleo, crises na produção de alimentos, desabastecimento, falta de água e de energia;

8-Aprender a incluir nesse plano todos os setores da sociedade – governo, setor privado e cidadãos – e todos os aspectos da vida cotidiana – saúde, educação, transporte, economia, agricultura e energia.

Diferente da abordagem fatalista que prevê quadros horríveis de fome, seca, migrações climáticas e morte, as Cidades em Transição têm uma visão realista, mas positiva, do futuro. Acreditam na ação transformadora de indivíduos, comunidades e cidades, através do desenho responsável que projeta no futuro um mundo resiliente e com base local.

O movimento “Cidades em Transição”, que busca diminuir a dependência do petróleo na vida urbana e promover as economias locais, acredita que não existe um modelo único de transição, nem que todas as respostas para resolver o problema da escassez do petróleo e do aquecimento global já tenham sido encontradas.

A idéia é que cada sociedade use a criatividade para fazer a mudança. Para as grandes cidades, uma alternativa é fazer a transição pelos bairros, reforçando o comércio regional.

Totnes, no Sul da Inglaterra, considerada o berço do movimento, espera concluir sua jornada em 2030. Na linha do tempo traçada pelo movimento, quando a tarefa for concluída, muito dos hábitos e costumes da cidade terão sido modificados.

As pessoas deverão consumir produtos locais e a dieta será baseada muito mais em vegetais do que em carne. As escolas passarão a preparar as crianças para as reais demandas da época, como cozinhar, plantar, construir casas a partir de materiais naturais como adobe e barro e a fazer jardinagem.

*Os conceitos de sustentabilidade e resiliência, que é a capacidade que um sistema possui de resistir a choques externos, passarão definitivamente a fazer parte do currículo.

Arranjo Produtivo Local


Trabalhando no setor de desenvolvimento de comunidades há 8 anos, descobri algumas coisinhas, ou melhor, aprendi algumas coisas.. A primeira delas é que não existe desenvolvimento de comunidade sem que todos os atores locais estejam articulados… A segunda é que mesmo eles estando articulado precisa de incubação de grupos específicos e a conexão deles com o todo, num arranjo produtivo local.

Além de tudo isto, precisa do apoio do Poder Público, de ações conectadas e estruturadas…. Enfim…Todo mundo precisa trabalhar junto…senão… Nada muda.

A Fundação Stickel, onde trabalho atualmente, vem incubando dois grupos há dois meses, o de panificação,que já falei e o de Costura, que vou colocar uma fotinho aqui da primeira aula do SENAI.

Acredito muito, muito neste projeto… mas sempre junto com os demais… projetos do território, senão… dificilmente teremos êxito no processo.

Transition Brasilândia


O movimento das Cidades em Transição, ou Transition Towns, foi criado pelo inglês Rob Hopkins com o objetivo de transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais integradas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas.
Hoje o movimento se faz presente em 14 países do mundo. Já são mais de 8.000 Iniciativas de Transição (em cidades, bairros e até ilhas) e 300 cidades oficiais.
Aqui no Brasil o movimento foi iniciado pelos Arquitetos Marcelo Todescan e Frank Siciliano e por mim. Fomos há dois anos fazer o curso na Inglaterra e iniciamos os processos por aqui.
Serra foi a primeira cidade oficialmente incluida no rol das Cidades de Transição Brasileiras, e agora existem várias iniciativas sendo estabelecidas.
Há um mês iniciei por aqui, pela Fundação Stickel, uma iniciativa articulando a Brasilandia, na Zona Norte.
Ontem fizemos a primeira reunião formal na Comunidade da Brasilandia… Tem tudo para dar muito certo.
As Iniciativas de Transição criam um processo promissor que engaja pessoas, comunidades, instituições e cidades para, juntos, pensarem e implementarem as ações necessárias de curto e longo prazo para enfrentar duas questões emergentes que já começam a se fazer sentir: as Mudanças Climáticas e o Pico do Petróleo.
No dia 28 de julho foi realizado um seminário internacional, com a presença de May East, Marcelo Todescan e Taísa Mattos, onde foram abordadas os quatro eixos da sustentabilidade. Nele os participantes puderam por meio de processos participativos:
1-Conhecer o contexto das Cidades em Transição e as possibilidades de transformação que emergem com as Mudanças Climáticas e o Pico do Petróleo;
2-Aprender como adaptar os doze passos iniciais do movimento à realidade e capacidade da sua cidade;
3-Saber como utilizar processos de visualização coletiva e tecnologias sociais para o desenho de um futuro de maior resiliência* na sua cidade, bairro ou município de origem;
4-Explorar a relação entre transição interior e exterior;
5-Aprender a organizar encontros efetivos, como palestras públicas, open space e grupos temáticos de trabalho de acordo com o estágio de mobilização do seu grupo e local;
6-Conhecer os pontos mais importantes para uma palestra inspirada sobre Cidades em Transição;
7-Explorar os elementos do desenho de um plano de mudança para desenvolver a capacidade de resistir a choques externos (resiliência), como a escassez de petróleo, crises na produção de alimentos, desabastecimento, falta de água e de energia;
8-Aprender a incluir nesse plano todos os setores da sociedade – governo, setor privado e cidadãos – e todos os aspectos da vida cotidiana – saúde, educação, transporte, economia, agricultura e energia.
Diferente da abordagem fatalista que prevê quadros horríveis de fome, seca, migrações climáticas e morte, as Cidades em Transição têm uma visão realista, mas positiva, do futuro. Acreditam na ação transformadora de indivíduos, comunidades e cidades, através do desenho responsável que projeta no futuro um mundo resiliente e com base local.
O movimento “Cidades em Transição”, que busca diminuir a dependência do petróleo na vida urbana e promover as economias locais, acredita que não existe um modelo único de transição, nem que todas as respostas para resolver o problema da escassez do petróleo e do aquecimento global já tenham sido encontradas.
A idéia é que cada sociedade use a criatividade para fazer a mudança. Para as grandes cidades, uma alternativa é fazer a transição pelos bairros, reforçando o comércio regional.
Totnes, no Sul da Inglaterra, considerada o berço do movimento, espera concluir sua jornada em 2030. Na linha do tempo traçada pelo movimento, quando a tarefa for concluída, muito dos hábitos e costumes da cidade terão sido modificados.
As pessoas deverão consumir produtos locais e a dieta será baseada muito mais em vegetais do que em carne. As escolas passarão a preparar as crianças para as reais demandas da época, como cozinhar, plantar, construir casas a partir de materiais naturais como adobe e barro e a fazer jardinagem.

*Os conceitos de sustentabilidade e resiliência, que é a capacidade que um sistema possui de resistir a choques externos, passarão definitivamente a fazer parte do currículo.
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